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Want a Feature?

Tue Jul 14, 2009, 11:07 AM
Stolen from [link] Journal ^^

So this is the deal: I feature the first 20 people who comment on this journal here with three of their works (I will choose them )

But after you commented and got featured here, you have to make a journal like this and feature me in the first place please! (non-subscribers may write links instead of thumbs)

SPREAD THE WORD!!!


Features:

1st: A-Cor-Do-Ar ([link]) (pitty I had to choose ONLY 3 DEVIATIONS) Through the Glass ([link]), Luz de Sangue ([link]), E depois do Concerto ([link]) (It's not a shining photo as others, but are my friends)
2nd: CCentury ([link]), What I have become ([link]), Shadow does not hold the sway ([link]), Little Miss Sunshine ([link])

  • Mood: Pride
  • Listening to: Eluveitie *.*
  • Reading: Geology books... -.-'
  • Playing: guitar, bagpipes and tin whistle...

Devious Journal Entry

Sat Sep 27, 2008, 1:50 AM
:iconprojectearth:

  • Mood: Pride
  • Listening to: Music lol
  • Reading: Bitcho Bravo (Ricardo Rodrigues)
  • Playing: guitar...

Alliance Fest 09/08/2008

Thu Aug 14, 2008, 1:18 AM
Quem disse que as mulheres são o sexo fraco?! Certamente alguém que não esteve no Alliance Fest a 9 de Agosto deste ano onde, quer Sofia Loureiro (We Are the Damned), quer Angela Gossow (Arch Enemy) tiveram pestações mais brutas e explosivas do que qualquer homem nessa noite.
Neste segundo dia do festival substituto do “Marés Negras” as mulheres estiveram presentes em duas das seis bandas que pisaram o palco do Pavilhão dos Lombos em Carcavelos. A primeira presença feminina foi às 18:15, depois dos Blacksunrise, e coube a Sofia Loureiro e aos seus We Are the Damned. A segunda coube aos suecos Arch Enemy, liderados pelo Senhor Guitarrista Michael Amott e com Angela Gossow na voz.
As duas primeiras sonoridades a ouvir-se no Pavilhão dos Lombos nessa tarde foram o Trash/Death metal dos Echidna, oriundos de Vila Nova de Gaia, e o Metalcore dos Blacksunrise.
Os We Are the Damned são originários de Lisboa e tocam Death Metal, embora seja de notar alguuns laivos Hardcore, o que implica necessariamente um instrumental bastante violento e guturais rasgados. Foi exactamente o que os We Are the Damned fizeram e, embora o público não tenha aderido propriamente bem (compreenda-se que tocaram depois dos colossos Blacksunrise, em que até tivemos direito a uma Wall of Death), penso que ninguém pode ter ficado indiferente à prestação quer dos instrumentistas, quer da vocalista, que, além de arrancar grunts extremamente rasgados como se estivesse a ser submetida a uma intervenção cirúrgica sem anestesia, teve uma prestação e uma presença absolutamente explosivas em palco, igualando e chegando inclusivamente, em alguns aspectos, a superar a pró;pria Angela Gossow, que actuaria às 23:00.
Seguiu-se a actuação dos Marduk, que subiu ao palco por volta das 19:45. A banda de black metal sueca teve uma actuação bastante efusiva e com uma adesão fabulosa por parte do público, embora, fosse de notar uma certa repetitividade nos temas e arratastar do concerto, ao ponto de, a certa altura, dar a sensação de que estavam a repetir faixas e já muitas pessoas suspirarem quando viam que eles nunca mais abandonavam o palco. Ainda assim é de frisar uma actuação muito boa, com uma enorme adesão por parte do público e cheia de carácter black metal.
Às 21:00 entraram em palco os britânicos Anathema numa actuação que, pela hora a que foi, só poderia ser dirigida a um público muito específico, pois as restantes pessoas não aderiram de uma forma propriamente efusiva; o que se compreende visto que foi uma quebra de violência musical bastante grande. Ainda assim, para os fãs de Anathema, foi um grande concerto e que, para delírio de muitos, incluíndo não-fãs da banda britânica, teve direito a uma surpresa especial... Uma cover de Comfortably Numb dos Pink Floyd fabulosamente executada pelo guitarrista Danny Cavanagh com um solo espantoso no final.
Pouco depois das 23:00 entravam em palco os cabeças de cartaz. Havia quem disesse que tinha esperado seis anos por aquele momento... Entrou em palco o baterista Daniel Erlandsson, seguido do genial guitarrista e líder do colectivo de Halmstad, Michael Amott, o seu irmão guitarrista Chris Amott, o baixista Sharlee D'Angelo e, por último, a grande estrela da noite, a vocalista Angela Gossow. O público percebeu logo às primeiras notas tocadas que os Arch Enemy se vinham redimir de nunca terem vindo a Portugal, e, de facto, fizeram-no. Todos os membros da banda sueca estavam visivelmente emocionados com a forma como os fãs portugueses reagiram a malhas como Blood on your Hands, My apocalypse, Nemesis, The Last Enemy, Revolution Begins, Taking Back my Soul, Dead bury their dead, Dead eyes see no future, We will rise, entre outras... Um grande concerto que se pode resumir a um circulo vicioso de gratidão. Os fãs portugueses encantados por finalmente poderem ver os Arch Enemy e a reagir como se pede num concerto de Metal, com muito moche, muitos saltos, muito headbanging, muitos dedos e punhos no ar e, os membros da banda, ao verem toda esta adesão, intensificaram ainda mais a sua actuação individual. Angela Gossow com uma boa disposição fantástica para com o público. imparável nos guturais e com o à-vontade, o feeling e a presença em palco a que sempre nos habituou; os irmãos Amott irrepreensíveis no seu virtuosismo e a dividir os magníficos solos característicos dos Arch Enemy; baixista e baterista a imporem o ritmo avassalador dos Arch Enemy de uma forma sublime e sem falhas... Enfim, a estreia dos Arch Enemy em terras portuguesas não podia ter sido mais intensa. Além de se terem redimido de nunca cá terem actuado, ainda explicaram, para quem ainda não soubesse, o porquê de tantas vezes se verem as palavras “;Pure Fucking Metal” no seu merchandise. De facto foi um concerto de Metal no seu estado mais puro: Melodia aliada a uma agressividade sem nome, ritmos avassaladoramente rá;pidos e muitos solos fabulosos, tudo misturado em verdadeiros Anthems of Rebellion...
No final, todo o público de “barriga cheia” e com a promessa de Angela ainda a ecoar nos ouvidos: “We will be back soon”

Review feito especialmente para:
([link])


:iconprojectearth:

  • Mood: Optimism
  • Listening to: SLAYEEEEER
  • Reading: Chronicles of Narnia
  • Playing: guitar...

Rock in Rio

Fri Jun 6, 2008, 12:29 AM
Parque da Bela Vista, Rock in Rio Lisboa, 5 de Junho de 2008, dia do Metal... Um dia com surpresas fabulosas e algumas desilusões...
Após um exame de química que durou até às 3 da tarde, lá fui eu a caminho do Rossio, onde me iria encontrar com a restante metaleirada a fim de rumarmos ao maior evento musical que Portugal acolhe este ano, o Rock in Rio. Objectivo: rever Moonspell, ver Apocalyptica e Machine Head pela primeira vez e, claro está, assistir mais uma vez a um concerto memorável por parte da maior banda de metal de todos os tempos... Metallica.
Tanto tempo à espera deste momento e, finalmente, ele chegou. os Moonspell entravam em palco, marcando o início dos concertos desse dia. Foi uma entrada muito teatral e bem encenada, como todas as entradas do quinteto português, com as quatro coristas a marcar o ritmo do início da At Tragic Heights numa espécie de congas... A primeira faixa do álbum Night Eternal foi assim a escolhida por Fernando Ribeiro e companhia para iniciar um grande concerto que dispensa mais descrições, uma vez que esta banda sempre nos habituou a bons espectáculos. Ainda assim, esta foi uma actuação marcada também ela por uma desilusão... Anneke van Giersbergen, ex-vocalista dos holandeses The Gathering, agora pertencente aos Agua de Annique, que já tinha avião reservado para vir a Lisboa cantar a Scorpion Flower como fez no album, encontra-se doente e não veio. Ficou a promessa de Fernando Ribeiro de que a cantora iria, um dia, cantar essa mesma música em Lisboa, tendo sido substituída (e sem perda de qualidade) pelas quatro coristas dos Moonspell. Mais uma vez, a banda portuguesa deixou bem claro o seu estatuto de fenómeno do metal nacional, justificado pelo vocalista Fernando Ribeiro com a frase "As bandas de metal não vêm para aqui fazer figuras. Nós damos o máximo", numa clara referência ao «concerto desastre» de Amy Winehouse na abertura do festival. Quem nos dera que todas as bandas ali presentes o tivessem feito, num dia em que a organização esperava cerca de 50000 pessoas.
20:30, os finlandeses Apocalyptica entram em palco. A dúvida e a apreensão que tanto me assolaram nos últimos tempos tomaram conta da minha pessoa... "Será que resulta? Será que o público adere? Esperemos que esta gente não esteja aqui só para ver os "brutos mas brutais"... O quarteto finlandês (sim, quarteto, o Antero é convidado) não teve estas dúvidas e, passados nove anos, voltaram em força. Agarraram o público como muitas bandas não sabem fazer logo desde a música de abertura, a cover que tanto conhecemos da banda brasileira Sepultura... Refuse Resist. A actuação dos quatro violoncelistas e um baterista baseou-se em temas dos Sepultura, Metallica (grande Seek and Destroy), Edward Grieg, originais seus como Bittersweet, Ion, Grace, I'm not Jesus e, surpresa das surpresas, a Quinta Sinfonia de Beethoven. Dissiparam-se-me as dúvidas e as apreensões. O público aderiu, cantou bem do fundo dos seus pulmões a Seek and Destroy e a Fight Fire with Fire, houve moche e muitos, muitos saltos. Se houve banda que me surpreendeu pela positiva naquele fim de tarde e início de noite, essa banda foi, sem dúvida alguma, os grandes Apocalyptica, que, ainda assim, terminaram o concerto 10 minutos mais cedo... Pena terem-no feito.
22:00, uma das bandas que eu mais ansiava ver nessa noite (se é que posso dizer isto de alguma banda, pois estava de propósito por elas todas), Machine Head entrava em palco. A qualidade de som era muito, mas mesmo muito fraca, o que nos impediu de vibrar ao som de músicas como Halo e Clenching the fists of Dissent. Pior, estragou completamente a minha música favorita do quarteto americano, Aesthetics of Hate; Uma música que é um verdadeiro hino de revolta para todos os fãs dos Pantera e do grande Dimebag Darrel. O solo da terceira faixa do álbum The Blackening passou-me quase ao lado... Aquele solo magnífico feito com as duas guitarras em simultâneo, o que faz parecer que os dois instrumentos estão num aceso diálogo, passou-me quase ao lado devido à má qualidade de som, que só melhorou aquando de um dos momentos mais altos do concerto... Os Machine Head nunca haviam tocado esta música ao vivo, como tal, Rob Flynn pediu a colaboração do público para cantar uma cover dos Iron Maiden... Hallowed be thy Name
E, por fim, era chegado o momento. A hora dos quatro cavaleiros havia chegado, o público entoava a Ecstasy of Gold como sempre faz... Eles entraram, abriram com a Creeping Death, tal como no Super Bock há um ano atrás. Seguiu-se Fuel e toda a energia que ela representa. Não faltaram as brincadeiras e "Yeah"'s característicos do vocalista e guitarrista ritmo James Hetfield, não faltou a boa disposição e os solos de Kirk Hammet, nem os "tazze bem Lisboa?" de Rob Trujillo mas, ainda assim, este concerto soube a pouco, não chegou aos calcanhares do que se passou no Parque Tejo há um ano atrás, mesmo com a participação dos elementos dos Machine Head a cantar uma das músicas... Talvez a culpa seja da set list, uma vez que as malhas escolhidas não foram propriamente as melhores deles... Seja como for, esperava mais e creio que todas aquelas pessoas também. Lars Ulrich prometeu que eles iriam voltar no próximo ano durante a tour do álbum que sai em Setembro... Espero que voltem e, espero também, que façam melhor do que desta vez já que nós merecemos e eles, como já provaram inúmeras vezes, conseguem... Lá estaremos, para o próximo ano, mais uma vez. Quem é fã, é-o sempre, com concertos bons ou menos bons e, por todos aqueles que se consideram fãs da banda de S. Francisco e que os elegem como sua banda preferida (e havia muitos assim no Rock in Rio, eu não era o único seguramente), por favor, Metallica, façam melhor em 2009, vocês conseguem e devem-nos isso... A mim, à Narças, à Tatiana, ao Fábio, à Dri, ao Fred, a todos os restantes fãs e, principalmente, à Célia, à Cátia e à Inês que nunca tinham ido a um concerto vosso. Foi uma forma algo pobre de as receber pela primeira vez. Elas e nós todos, fãs dos Metallica, merecemos melhor...

:iconprojectearth:

  • Mood: Optimism
  • Listening to: MACHINE FUCKING HEAD
  • Reading: Chronicles of Narnia
  • Playing: guitar...

Campanha EAZA "Anfíbios Alarme"

Tue Apr 22, 2008, 12:55 PM
Devido ao ritmo acelerado com que os anfíbios estão a desaparecer do nosso planeta, a EAZA (European Association of Zoos and Aquaria) estará a desenvolver durante o ano de 2008 uma campanha entitulada "Anfíbios Alarme" para promover a conservação ex-situ (fora do habitat natural, em zoos e aquários para posterior reintrodução) e sensibilizar as pessoas para a problemática da extinção destes belos animais... Rãs, sapos, salamandras, tritões e cecílias prosperaram por mais de 360 milhões de anos (muito antes dos dinossauros governarem a Terra, ja os anfíbios a habitavam) e estão a desaparecer da face do nosso planeta a um ritmo cem vezes superior ao normal devido à acção humana.
As maiores ameaças para os anfíbios são a destruição do seu habitat, a captura para o comércio ilegal de animais exóticos (o terceiro negócio mais lucrativo a seguir ao tráfico de droga e de armas) e a quitridiomicose, uma doença mortal provocada por um fungo que afecta a delicada pele destes animais e cuja propagação tem sido potenciada pelo aquecimento global. Os anfíbios são a classe de animais mais ameaçada do mundo, protagonizando assim, a maior extinção em massa desde o desaparecimento dos dinossauros.
Existem cerca de 5918 espécies de anfíbios espalhadas pelo globo, segundo a IUCN (World Conservation Union), das quais 751 espécies habitam o Brasil (país com mais espécies residentes), sendo que 489 dessas 751 espécies são endémicas desse país.
Os anfíbios são úteis ao homem desde há muito tempo... Os índios sul-americanos desde há muitos séculos que usam o veneno de certas rãs para caçar. Além disso, estes animais ajudam a controlar pragas de insectos, o que se revela uma grande ajuda no combate a doenças como a malária e a doença do sono e, mais recentemente, têm sido efectuados estudos sobre a possível aplicação do veneno de certas espécies de rãs no combate a doenças como a SIDA.
Não deixemos estes animais extinguirem-se... "A nossa sociedade será definida não só pelo que criamos, mas, também, pelo que nos recusamos a destruir" - John C. Sawhill, The Nature Conservancy


:iconprojectearth:

  • Mood: Shocked
  • Listening to: Pantera (RIP Dimebag ='( )
  • Reading: Sweeney Todd
  • Playing: guitar... Shut your mouth (Pain)

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